Os Segredos da Leitura de Mãos cabalística
do Rabino JOSEF TSAYACH (1505-1573)
Teoria, Meditação é Prática
Um dos maiores e mais importantes cabalistas da história foi o Rabi Josef Tsayach, nascido em Jerusalém em 1505 e que foi também uma das principais figuras rabínicas daquela época e de grande influência no mundo místico judaico.
Grandes personalidades da Cabalá citam as escritas de Rabi Josef Tsayach chamadas de Responsa.
O grande e recohecido cabalista de sua época, Rabino Josef Caro cita conhecimentos da Responsa de Tsayach em seu tratado Avcat Rochel.
Em 1538, Josef Tsayach escreveu seu principal tratado cabalístico chamado Even Hasholam (A Pedra de Ônix) e um ano depois escreveu Tzeror Hachayim (A ligação da Vida) onde expóe seus comentários sobre o Talmud.
Tsayach era um grande admirador das idéias de Abuláfia e de sua escola de Cabalá.
Tsayach propõe estudar, não apenas os aspectos teóricos e meditativos da Cabalá, mas também o aspecto prático, que muitos desconhecem.
A pedra de Ônix está relacionada à tribo de Josef no peitoral de Aarão e representa também todas as pedras preciosas e semipreciosas, como é descrita na Torá.
A palavra Shoham (Ônix) tem as mesmas letras de Hashem que significa “O Nome” e esse é o foco principal desse livro.
Hashem é “O Nome” com o qual os cabalistas e judeus se dirigem a Deus.
Tsayach apresenta conhecimentos de uma tradição que, se não fosse por ele, poderia ter se perdido até os dias atuais.
Principalmente sobre a manipulação numérica (guematria) e numerologia, sendo considerada a mais sofisticada dentro da Cabalá.
No Talmud se declara que: “Quatro coisas anulam o mal destino de um homem: a caridade, a reza, a mudança de nome e a mudança de conduta”.
Nesses textos se explica que os cinco dedos da mão representam os cinco sentidos que nos conectam com o mundo e os dedos representam às cinco divisões do alfabeto hebraico mencionadas no Sêfer Ietsirá. O Rabino Aryeh Kaplan afirma em seu livro “Meditação e Cabalá” que estes conhecimentos são tão profundos e segredos que não podem ser apresentados por escrito para não ser utilizadas por pessoas sem qualificação.
As Dez Sefirot estão associadas às linhas das mãos e as quatro linhas principais são comparadas aos quatro rios do Éden, dentro do qual estavam situadas a árvore da Vida e a árvore do conhecimento do Bem e do Mal descritos na Torá.
O Rabino Isaías Horowitz (1560-1630) comenta os arranjos numéricos dos quadrados mágicos relacionados aos mistérios da Criação e que também eram utilizados na quiromancia da Índia antiga e China. Estes arranjos numéricos começam com os nove dígitos ordenados da seguinte maneira:
Atualmente, Nachman Szmulewicz - MAHARAJA mantém esta tradição milenar e consegue ver a situação espiritual como um todo, conhecendo como ninguém o uso apropriado das pedras preciosas como canais de conexão com Deus para abrir caminhos na vida de uma pessoa. Maharaja afirma: "Muitas pessoas pensam que o objetivo da leitura de mãos é adivinhar o futuro, mas o que ganharia uma pessoa por saber o seu futuro sem saber antes guiar corretamente o seu presente? O conhecimento só é acompanhado de felicidade quando se utiliza apropriadamente, da mesma maneira que uma ferramenta. Procurar saber o futuro, mas não saber utilizar o presente, é como ter uma ferramenta e não saber usar. As Linhas das Mãos são como o "Manual do Usuário" que nos ensinam a utilizar corretamente a nossa vida para alcançar o nosso objetivo principal que é a felicidade. Se desejarmos ter uma boa planta e formosa, temos que dar água às raízes e não adianta molhar apenas as folhas. Portanto, se quisermos a felicidade precisamos entender a nossa relação com o mundo e com Deus."
Mais informações: contato@livrodegenesis.com.br |